A Receita Federal, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), o Sebrae e a Fenacon anunciaram uma força-tarefa nacional para orientar empresas e profissionais da contabilidade sobre a Reforma Tributária. O aviso de pauta foi divulgado em 17 de setembro de 2026 e a apresentação oficial ocorre nesta sexta-feira, 18 de setembro, às 9h, no auditório do Ministério da Fazenda, em Brasília, com transmissão ao vivo.
O que é a força-tarefa e por que ela existe
Segundo o CFC e a Agência Sebrae de Notícias, a iniciativa reúne ações de comunicação, capacitação e ferramentas práticas com três objetivos declarados: ampliar o acesso a informações confiáveis, combater a desinformação e apoiar a adaptação às novas regras do IBS e da CBS. A primeira etapa dá ênfase às micro e pequenas empresas, e a coletiva conta com a presença do secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, e dos presidentes do CFC, do Sebrae e da Fenacon.
Visão crítica OSET: quando o governo monta força-tarefa, o recado é sobre o tamanho do gap
A leitura estratégica vai além do evento. Quatro instituições de peso não se mobilizam juntas para um problema pequeno: a força-tarefa é o reconhecimento oficial de que boa parte das empresas brasileiras chega à transição do IBS e da CBS sem preparo — com cadastros, notas fiscais e escrituração ainda fora do novo padrão, e decisões de regime sendo tomadas com base em informação incompleta ou distorcida.
Para o empresário, há dois movimentos distintos. O primeiro é olhar para a frente: adaptar sistemas, documentos fiscais e precificação às regras que entram em vigor em 2027. O segundo, menos falado, é olhar para trás: 2026 é o último ano inteiro do PIS e da Cofins no modelo atual, e cada mudança de regra ao longo dos anos criou um gap natural entre o que a empresa efetivamente recolheu e o que a legislação permitia recolher. É nesse gap, visível apenas quando se audita a documentação dos últimos 5 anos, que costumam existir possíveis valores recuperáveis e oportunidades de revisão fiscal — uma janela que se estreita à medida que o sistema antigo é desligado.
Como se antecipar em vez de esperar a cartilha
Acompanhar a orientação oficial é necessário, mas não substitui um diagnóstico individualizado. A OSET Empresarial combina os dois olhares: prepara a empresa para a transição do IBS e da CBS e, ao mesmo tempo, executa a auditoria técnica do período recente, com revisão documental, memória de cálculo e segurança jurídica — sempre com resultado preliminar sujeito à validação documental e honorários no êxito.
Conheça o trabalho da OSET em Reforma Tributária aplicada e veja também como funciona a revisão fiscal completa antes da virada de 2027.
Fontes: Conselho Federal de Contabilidade (CFC, 17/09/2026); Agência Sebrae de Notícias (17/09/2026); Fenacon; Receita Federal (aviso de pauta, 17/09/2026).
A análise depende da documentação, do regime tributário e do caso concreto. O diagnóstico preliminar não garante resultado. OSET Empresarial LTDA · CNPJ 28.750.072/0001-75.